domingo, 31 de maio de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

Livro sinais de Esperança

Livro Sinais de Esperança do pastor Bullon é de extrema importancia para o nosso mundo hoje. Leia e divulgue.

domingo, 29 de março de 2009

A necessidade da organização



A organização correta é de Deus; ela se baseia em princípios divinos. “Método e ordem manifestam-se em todas as obras de Deus, em todo o Universo.” — Testemunhos Para Ministros, 3 edição, pág. 26. As miríades de estrelas que atravessam velozmente o espaço se movem em perfeita ordem. Na estrutura de toda planta que cresce e em todo ser vivo que se move na Terra, temos uma demonstração maravilhosa de ordem e método.
No Céu existe organização absoluta e impecável. “Os anjos trabalham harmonicamente. Perfeita ordem caracteriza todos os seus movimentos.” - Idem,
pág. 28. “A ordem é a lei do Céu, e deveria ser a lei do povo de Deus sobre a Terra.” — Idem, pág. 26.

A Base Bíblica Para Organização

Quando Deus chamou os filhos de Israel para fora do Egito e os escolheu como Seu povo próprio, proporcionou-lhes um impressionante sistema de organização para lhes governar o procedimento, tanto nas questões civis como religiosas. “O governo de Israel — diz-nos a mensageira do Senhor — caracterizou-se pela organização mais completa, maravilhosa tanto pelo seu acabamento como pela sua simplicidade. A ordem, tão admiravelmente ostentada na perfeição e arranjo de todas as obras criadas por Deus, era manifesta na economia hebréia. Deus era o centro da autoridade e do governo, o Soberano de Israel. Moisés desempenhava o papel de seu chefe visível, em virtude de indicação divina, a fim de administrar as leis em Seu nome. Dos anciãos das tribos foi mais tarde escolhido um concílio de setenta, para auxiliar a Moisés nos negócios gerais da nação. Vinham em seguida os sacerdotes, que consultavam o Senhor no santuário. Chefes ou príncipes governavam as tribos. Abaixo destes estavam os capitães de milhares, capitães de cem, capitães de cinqüenta, e capitães de dez; e, por último, oficiais que poderiam ser empregados no desempenho de deveres especiais.” — Patriarcas eProfetas,pág. 374.
Ao estudarmos a Igreja do Novo Testamento, encontramos a mesma perfeição em sua organização. Não podia ser de outra maneira, pois ela era de Origem divina. O próprio Cnsto, que formou a Igreja, “dispôs os membros, Colocando cada um deles no corpo, como Lhe aprouve” (1 Cor. 12:18). Foi
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Ele mesmo quem lhes concedeu dons e talentos adequados para as funções a eles confiadas e os organizou em um corpo vivo e ativo, do qual Ele era a Cabeça.
“Porque, assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função; assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros.” Rom. 12:4 e 5.
“Ele [Cristo] é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia.” Col. 1:18.
“Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. ... Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. ... Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo. A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro lugar mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedade de línguas.” 1 Cor. 12:4, 5, 12; 27 e 28.

A Importância Vital da Organização

Assim como não pode haver um corpo humano vivo e ativo sem que seus membros estejam organicamente unidos e funcionem juntos sob um controle central, também não pode haver uma igreja viva que cresça e prospere sem que seus membros estejam organizados em um corpo unido, e todos eles de, sempenhem os deveres e as funções que lhes foram confiados por Deus, sob a direção de uma autoridade divinamente constituída.
Sem organização, nenhuma instituição ou movimento pode prosperar. Uma nação sem governo organizado logo se transformaria em caos. Uma empresa comercial sem organização fracassaria. Assim seria com a Igreja: sem organização, ela se desintegraria e pereceria.
Para que se desenvolva saudavelmente e cumpra sua gloriosa missão que consiste em proclamar o evangelho de salvação a todo o mundo, Cristo deu à Sua Igreja um sistema de organização simples mas eficaz. O êxito de seus esforços para realizar essa missão depende da leal adesão a esse plano divino.
“Alguns têm apresentado o pensamento de que, ao nos aproximarmos do fim do tempo, todo filho de Deus agirá independentemente de qualquer organização religiosa. Mas fui instruída pelo Senhor de que nesta : obra não há coisa que se assemelhe a cada homem ser independente. Todas as estrelas do ceu estão sujeitas a lei, cada uma influenciando a outra
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a fazer a vontade de Deus, prestando obediência comum à lei que lhes controla as ações. E para que a obra do Senhor possa avançar de maneira sadia e com solidez, deve Seu povo unir-se.” — Testemunhos Para Ministros, 3ª edição, pág. 489.
“Oh, como se regozijaria Satanás, se pudesse ter êxito em seus esforços de se insinuar entre este povo, e desorganizar o trabalho, num tempo em que é essencial uma completa organização, e será este o maior poder para manter afastados os movimentos espúrios e para refutar declarações não endossadas pela Palavra de Deus! Temos que conservar uniformemente as nossas fileiras, para que não haja quebra no sistema de método e ordem que foi construído por um trabalho sábio e cuidadoso. Não se deve dar permissão a elementos desordenados que desejam dominar a obra neste tempo.” — Ibidem.

O Propósito Divino na Organização

“Aumentando o nosso número, tornou-se evidente que sem alguma forma de organização, haveria grande confusão, e a obra não seria levada avante com êxito. A organização era indispensável para prover a manutenção do ministério, para levar a obra a novos campos, para proteger dos membros indignos tanto as igrejas como os ministros, para a conservação das propriedades da igreja, para a publicação da verdade pela imprensa, e para muitos outros fins.” — Testemunhos Para Ministros, 3ª edição, pág. 26.
“Em nosso trabalho devemos considerar a relação que cada obreiro mantém para com os outros obreiros que estão ligados à causa de Deus. Devemos lembrar-nos de que os outros, como nós mesmos, têm uma obra a fazer em conexão com esta causa. Não devemos fechar a mente ao conselho nossos planos para levar avante a obra, deve a nossa mente unir-se a outras mentes.
“Nutramos o espírito de confiança na sabedoria de nossos irmãos. Devemos estar dispostos a procurar a opinião e o conselho de nossos companheiros de trabalho. Ligados como estamos ao serviço de Deus, devemos nós reconhecer individualmente que somos parte de um grande todo. Devemos buscar a sabedoria de Deus, aprendendo o que significa ter um espírito paciente e vigilante, e ir ao nosso Salvador quando estamos cansados e deprimidos.” — Idem, pág. 500.
“Como membros da igreja visível e obreiros na vinha do Senhor, todos os cristãos professos devem fazer tanto quanto possível para preservar a paz, a harmonia e o amor na igreja. Notai a oração de Cristo: ‘Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e Eu em Ti; que também eles sejam um em
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Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste.’ João 17:21. A unidade da igreja é a prova convincente de que Deus enviou Jesus ao mundo para o salvar?’ - Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 263.
“Pelos laços de terno amor e simpatia ligou o Senhor consigo mesmo todos os homens. A nosso respeito diz Ele: Vós sois ‘cooperadores de Deus; Vós sois lavoura de Deus e edificio de Deus’. Devemos reconhecer essa relação. Se estivermos ligados a Cristo, constantemente manifestaremos piedosa simpatia e tolerância para com aqueles que estão lutando com toda a capacidade. que Deus lhes deu para levar seus fardos, da mesma forma que nós nos esforçamos para levar os fardos que nos são designados.” — Testemunhos Para Ministros, 3’ edição, pág. 495.
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Bençãos da Fidelidade


BENÇÃOS DA FIDELIDADE


Pr. David Moróz

I - Introdução

Os depósitos de Deus estão abarrotados de benção, a disposição das filhos de Deus. Nós nem sempre recebemos estas bençãos porque nos colocamos fora do espaço onde elas estão. O espaço das bençãos chama-se obediência. E obediência à Palavra de Deus é uma ato de fé. Só as pessoas de fé, se apropriam das bençãos celestiais.

Hebreus 11:6
Deus, em Sua palavra fez muitas promessas. A Bíblia é uma livro de promessas. São maravilhosas as promessas de bençãos que Deus faz aos seres humanos.

II - Promessa de Prosperidade

Analisemos uma das grandes promessas que Deus faz em Sua santa Palavra e que serve para provar a fé do povo de Deus, garantindo prosperidade.

Malaquias 3:10
Deus nos convida: “Fazei prova de Mim”, isto é, “experimentem colocar em prática Minhas promessas de bençãos. Coloquem-se no espaço onde eu possa derramar estas bençãos sobre vocês”.
Graças a Deus, os Adventistas do Sétimo Dia, têm experimentado na prática as graciosas bençãos do Senhor, prometidas na passagem acima.

III - Benção de Fidelidade

Sérgio Lopes, era um bom adventista, desde o berço, freqüentando uma das igrejas da região metropolitana de Porto Alegre - RS.
Embora sempre ligado a igreja, Sérgio tinha dificuldade em dizimar. Nem conseguia ser fiel, pois sempre enfrentava problemas financeiros e dívidas na praça.
Há pouco tempo, Sérgio seria indicado para ocupar uma cargo na igreja e foi abordado pelo pastor sobre sua situação em face de colocar o dízimo em dia.
Sérgio tomou a decisão de ser um fiel mordomo de Senhor a partir daquele dia. Como resultado, ele não somente passou a ocupar um cargo na igreja ao decidir devolver fielmente o dízimo do Senhor, mas as bençãos de Deus vieram imediatamente, pois foi promovido em sua empresa, e já saldou as dívidas que tinha na praça.
O irmão Sérgio está tão feliz que hoje ele agradece ao pastor por tê-lo ajudado e torneou-se um pregador entre irmãos sobre as bênçãos da fidelidade.
Deus diz: “Fazei prova de Mim.”
Será que as promessas de bençãos são só para os dias bons, de prosperidade nacional, de abundância?
Não, de maneira nenhuma. As promessas do Senhor são também, e especialmente, para os dias difíceis, de dificuldades financeiras e de aperto econômico na vida da cristão.

IV - Deus prova uma enfermeira

A Sra. Cleonice era enfermeira em um hospital de Caxias do Sul - RS. Ela havia acabado de assistir a uma série de evangelismo que os adventistas tinham realizado no bairro em que ela residia e decidiu aceitar a Cristo como seu Salvador. Um dos últimos estudos que recebera foi sobre o dízimo, e ela estava decidida a obedecer a palavra do Senhor. Ao receber seu salário, Cleonice separou a parte do Senhor e guardou-a, até que pudesse entregá-la na igreja. Mas, neste ínterim, seu relógio para medir o pulso estragou. E ela necessitava muito de um relógio para medir o pulso dos pacientes e marcar batidas do coração.
Não tendo outro dinheiro, a tentação que ela sentiu foi usar a reserva do dízimo para comprar um outro relógio, mas ela decidiu ser fiel a Deus, e não usou o santo dízimo emprestado. No sábado, ela entregou o dízimo ao tesouro do Senhor na igreja e sentiu-se feliz porque não caiu naquela tentação.
Na segunda-feira, quando ela chegou ao hospital, suas colegas a procuraram num tom de euforia e disseram: “Sabe, Cleonice, nós estivemos este final de semana em uma excursão em Foz do Iguaçu e ao visitarmos o Paraguai, nos lembramos de você. Nós nos cotizamos e trouxemos um relógio novo para você, de presente.”
Cleonice deu graças a Deus porque o Senhor cumpriu a Sua promessa, em uma hora de tanta necessidade para ela.
A segunda prova veio quando um vendaval destelhou parte de sua casa. Novamente, a única reserva que ela possuía era o santo dízimo que iria levar ao Senhor, no final da semana. Cleonice decidiu, mais uma vez, ser fiel e não usar o dinheiro do Senhor. Sábado ela entregou o dízimo na igreja.
Quando chegou ao trabalho, no início da semana seguinte, a direção do hospital chamou-a para o escritório. E agora vem a maior surpresa: o diretor disse-lhe que estavam ali para agradecer-lhe pelo excelente trabalho que ela prestou no hospital, como funcionária exemplar, por mais de 10 anos, e em reconhecimento, a diretoria estava lhe brindando com um salário extra, como expressão de gratidão.
A irmã Cleonice sentiu que Deus cumpre Suas promessas de bençãos quando ocupamos o espaço da fé e obediência de Sua palavra. É na hora da prova que mostramos de que lado estamos.
A viúva de Serepta é prova eloqüente de que Deus recompensa a fidelidade, quando O colocamos em primeiro lugar. I Reis 17:14-15

V - Dai e ser-vos-á dado

Conta-se que um mendigo, numa antiga cidade medieval, estendeu a mão pedindo uma esmola a um `príncipe que por ali passava, numa suntuosa carruagem. O príncipe fitou os olhos naquele homem andrajoso e pediu que ele desse, em contrapartida, alguma coisa. O mendigo estava com o bolso cheio de arroz, mas, para demonstrar sua extrema pobreza, deu apenas um grão de arroz ao príncipe.
Diz a parábola que nas mãos do príncipe aquele grão de arroz transformou-se em ouro e ele o devolveu ao mendigo, seguindo a sua carruagem.
O mendigo contemplando o reluzente grão de ouro, lamentava por não ter dado ao príncipe todo o arroz que possuía no bolso. Deixou de receber mais, porque deu pouco.
Se não formos capazes de provar nossa lealdade a Deus nas riquezas temporais, como Ele nos poderá confiar as riquezas eternas?

VI - Da falência à prosperidade

Jorge Cardoso, um cidadão que era evangélico, aceitou a fé adventista. Como adventista montou uma gráfica, mas não colocou em prática o princípio do dízimo. Seus negócios foram indo de mal a pior, até que ele faliu. Ouvindo um estudo sobre mordomia cristã por parte de um líder da igreja, Jorge decidiu em seu coração, ser um dizimista fiel. Ele vendeu a gráfica falida e dizimou o resultado da venda. Com o pouco que lhe restou ele montou outra gráfica, agora com o dinheiro dizimado.
Os negócios foram melhorando, crescendo, e em pouco tempo, ele reaveu tudo o que havia perdido antes e hoje ele louva ao Senhor como um homem prospero e feliz, sendo um dedicado membro da igreja em Porto Alegre.
As promessas do Senhor não falham.
“O pão que comemos é o preço de Seu corpo quebrantado. A água que bebemos foi comprada com o Seu derramado sangue. A cruz do Calvário, acha-se estampada em cada pão, reflete-se em cada fonte de água.”DTN, 493
Devemos ver a imagem e a inscrição de Deus em cada centavo da nova moeda - o real.

VII - Outras bençãos da fidelidade

Veja, caro ouvinte, algumas das muitas bênçãos que advém da nossa fidelidade ao Senhor na devolução do santo dízimo.
a) Paz, pela consciência de um dever cumprido. (“Tu conservarás em paz aquele que confia em Ti”- Isa. 26:11)
b) Segurança, como fruto de nossa confiança nas promessas de Deus - Sal. 40:4 e 56:11.
c) Avanço da Pregação do Evangelho - Mateus 24:14. Com os recursos advindos do tesouro do Senhor mais obreiros irão à seara e mais depressa Cristo voltará, trazendo o fim da dor, sofrimento e da morte que reinam neste mundo de pecado.
d) A benção maior, sentiremos na eternidade - Mateus 25:34

VIII - Conclusão: O diálogo do ateu com um cristão

Um cidadão que era agnóstico e materialista, viajava, certa vez, ao lado de um fiel cristão. E num gesto de desprezo pela fé cristã, o cético perguntou ao cristão, o que ele iria fazer quando chegasse ao céu.
- “A primeira coisa que farei será agradecer a Jesus pelo Seu grande sacrifício por mim”, dizia o cristão.
- “E depois”, prossegiu o agnóstico.
- “Depois, irei procurar o missionário que trouxe a mensagem para mim”, acrescentou o cristão.
- “E depois”, continuou o materialista.
- “Depois, irei procurar e agradecer às pessoas que entregaram a Deus seus dízimos e ofertas, propiciando assim, a possibilidade para que o missionário fosse enviado”, concluiu o cristão.
Diante da fervorosa convicção e fé do cristão, o agnóstico ficou sem argumento e não molestou mais o cristão.

“Quão grande será a alegria quando os remidos do Senhor se encontrarem - reunidos nas mansões para eles preparadas! Oh, que regozijo para todos os que têm sido imparciais e desinteressados cooperadores de Deus em levar avante a Sua obra na terra! Que satisfação terão todos os ceifeiros quando se ouvir a voz clara e musical de Jesus, dizendo: “Vinde benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. - CSM, 348

Os que forem fiéis no pouco que o Senhor nos dá nesta vida passageira, receberão o muito, que o Senhor dará na eternidade!

Ministerial da Divisão Sul Americana em Belém

No ultimo dia 06 e 07 de Março tivemos a presença do Pr. Bruno Raso, ministerial da Divisão Sul Americana. Foi um encontro muito inspirador, tivemos a presença dos pastores e dos Anciãos das Igrejas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Espirito Santo é Divino?

Abordaremos as evidências da divindade real e suprema do Espírito Santo. As honras dadas ao Espírito Santo na Bíblia sãos tais que só podem ser predicados de Deus. Ele é apresentado com majestade suprema por Jesus no texto bíblico: “Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens” (Mateus 12:31). Pelo contexto entendemos que blasfêmia contra o Espírito Santo é atribuir a Satanás as obras maravilhosas operadas pelo Espírito.

O Espírito Santo é honrado por associação com o Pai e o Filho na benção apostólica e na fórmula do batismo, mostrando que ele é igual com o Pai e o Filho.

Em segundo lugar as obras atribuídas ao Espírito Santo, na Bíblia só podem ser operadas por Deus e portanto demonstram a sua real divindade:
a) A dcriação: “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida” (Jó 33:4)
b) O novo nascimento: “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (João 3:5-8).

Os atributos do Espírito Santo nas Sagradas Escrituras demonstram sua verdadeira divindade. Unidade: “Há um só Espírito” (Efésios 4:4). Eternidade: “Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?” (Hebreus 9:14). Onisciência:”… porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (I Coríntios 2:10). Onipotência: “Pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus…” (Romanos 15:19). Onipresença: “Para onde me irei do teu Espírito” (Salmo 139:7). Sabedoria: “E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR” (Isaías 11:2). Verdade: “… aquele Espírito de verdade” (João 15:16). Santidade: “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação” (Romanos 1:4). Bondade: “Guie-me o teu bom Espírito” (Salmo 143:10).

Os nomes dados ao Espírito Santo nas Escrituras indicam sua divindade real.
“E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil” (I Coríntios 12:6-7). “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade?” (Atos 5:3).

A deificação de uma influência, ou de qualquer coisa que não seja o eterno e supremo ser, é idolatria; mas segundo a Bíblia “Deus é Espírito”.

Na próxima semana “A Trindade”Abordaremos as evidências da divindade real e suprema do Espírito Santo. As honras dadas ao Espírito Santo na Bíblia sãos tais que só podem ser predicados de Deus. Ele é apresentado com majestade suprema por Jesus no texto bíblico: “Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens” (Mateus 12:31). Pelo contexto entendemos que blasfêmia contra o Espírito Santo é atribuir a Satanás as obras maravilhosas operadas pelo Espírito.


O Espírito Santo é honrado por associação com o Pai e o Filho na benção apostólica e na fórmula do batismo, mostrando que ele é igual com o Pai e o Filho.


Em segundo lugar as obras atribuídas ao Espírito Santo, na Bíblia só podem ser operadas por Deus e portanto demonstram a sua real divindade:
a) A dcriação: “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida” (Jó 33:4)
b) O novo nascimento: “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (João 3:5-8).


Os atributos do Espírito Santo nas Sagradas Escrituras demonstram sua verdadeira divindade. Unidade: “Há um só Espírito” (Efésios 4:4). Eternidade: “Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?” (Hebreus 9:14). Onisciência:”… porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (I Coríntios 2:10). Onipotência: “Pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus…” (Romanos 15:19). Onipresença: “Para onde me irei do teu Espírito” (Salmo 139:7). Sabedoria: “E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR” (Isaías 11:2). Verdade: “… aquele Espírito de verdade” (João 15:16). Santidade: “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação” (Romanos 1:4). Bondade: “Guie-me o teu bom Espírito” (Salmo 143:10).


Os nomes dados ao Espírito Santo nas Escrituras indicam sua divindade real.
“E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil” (I Coríntios 12:6-7). “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade?” (Atos 5:3).


A deificação de uma influência, ou de qualquer coisa que não seja o eterno e supremo ser, é idolatria; mas segundo a Bíblia “Deus é Espírito”.

A trindade

A doutrina da Trindade depende decisivamente da revelação. É verdade que a razão humana pode sugerir algumas idéias para consubstanciar a doutrina, e que os homens, fundados em bases puramente filosóficas, por vezes abandonaram a idéia de uma unidade nua e crua em Deus, e apresentaram a idéia do movimento vivo e de auto-distinção. Também é verdade que a experiência cristã parece exigir algo parecido com esta construção da doutrina de Deus. Ao mesmo tempo, é uma doutrina que não teríamos conhecido, nem teríamos sido capazes de sustentar com algum grau de confiança, somente com base na experiência, e que foi trazida ao nosso conhecimento unicamente pela auto-revelação especial de Deus. Portanto, é de máxima importância reunir suas provas escriturísticas.

a . Provas do Velho Testamento. Alguns dos primeiros pais da igreja, assim chamados, e mesmo alguns teólogos mais recentes, desconsiderando o caráter progressivo da revelação de Deus, opinaram que a doutrina da Trindade foi revelada completamente no Velho Testamento. Por outro lado, o socinianos e os arminianos eram de opinião que não há nada desta doutrina ali. Tanto aqueles como estes estavam enganados. O Velho Testamento não contém plena revelação da existência trinitária de Deus, mas contém várias indicações dela. É exatamente isto que se poderia esperar. A Bíblia nunca trata da doutrina da Trindade como uma verdade abstrata, mas revela a subsistência trinitária, em suas várias relações, como uma realidade viva, em certa medida em conexão com as obras da criação e da providência, mas particularmente em relação à obra de redenção. Sua revelação mais fundamental é revelação dada com fatos, antes que com palavras. E esta revelação vai tendo maior clareza, na medida em que a obra redentora de Deus é revelada mais claramente, como na encarnação do Filho e no derramamento do Espírito.E quanto mais a gloriosa realidade da Trindade é exposta nos fatos da história, mais claras vão sendo as afirmações da doutrina. Deve-se a mais completa revelação da Trindade no Novo Testamento ao fato de que o Verbo se fez carne, e que o Espírito Santo fez da igreja Sua habitação.

Têm-se visto, por vezes, provas da Trindade na distinção entre Jeová e Elohim, e também no Plural Elohim, mas a primeira não tem nenhum fundamento, e a última é, para dizer o mínimo, duvidosa, embora ainda defendida por Rottenberg, em sua obra sobre De Triniteit in Israels Godsbegrip. É muito mais plausível entender que as passagens em que Deus fala de Si mesmo no plural, Gn 1.26; 11.7, contêm uma indicação de distinções pessoais em Deus, conquanto não surgiram uma triplicidade, mas apenas uma pluralidade de pessoas. Indicações mais claras dessas distinções pessoais acham-se nas passagens que se referem ao Anjo de Jeová que, por um lado, é identificado com Jeová e, por outro, distingue-se dele. Ver Gn 16.7-13; 18.1.21; 19.1-28; Ml 3.1. E também nas passagens em que a Palavra e a Sabedoria de Deus são personificadas, Sl 33.4, 6; Pv 8.12-31. Em alguns casos mencionam-se mais de uma pessoa, Sl 33.6; 45.6, 7 (com. Hb 1.8,9), e noutros quem fala é Deus, que menciona o Messias e o Espírito, ou quem fala é o Messias, que menciona Deus e o Espírito, Is 48.16; 61.1; 63. 9,10. Assim, o Velho Testamento contém clara antecipação da revelação mais completa da Trindade no Novo Testamento.

b. Provas do Novo Testamento. O Novo Testamento traz consigo uma revelação mais clara das distinções da Divindade. Se no Velho Testamento Jeová é apresentado como o Redentor e Salvador do Seu povo, Jó 19.25; Sl 19.14; 78.35; 106.21; Is 41.14; 43.3, 11, 14; 47.4; 49.7, 26; 60.16; Jr 14.3; 50.14; Os 13.3, no Novo Testamento e o Filho de Deus distingue-se nessa capacidade, Mt 1.21; Lc 1.76-79; 2.17; Jo 4,42; At 5.3; Gl 3.13; 4.5; Fl 3.30; Tt 2.13, 14. E se no Velho Testamento é Jeová que habita em Israel e nos corações dos que O temem, Sl 74.2; 135.21; Is 8.18; 57.15; Ez 43.7-9; Jl 3.17, 21; Zc 2.10, 11, no Novo testamento é o Espírito Santo que habita na igreja, At 2.4; Rm 8.9, 11; 1 Co 3.16; Gl 4.6; Ef 2.22; Tg 4.5 O Novo Testamento oferece clara revelação de Deus enviando Seu filho ao mundo, Jo 3.16; Gl 4.4; Hb 1.6; 1 Jo 4.9; e do pai e Filho enviando o Espírito, Jo 14.26; 15.26; 16.7; Gl 4.6. Vemos o pai dirigindo-se ao Filho, Mc 1.11; Lc 3.22, o Filho comunicando-se com o Pai, Mt 11.25, 26; 26.39; Jo 11.41; 12.27, 28, e o Espírito Santo orando a Deus nos corações dos crentes, Rm 8.26. Assim, as pessoas da Trindade, separadas, são expostas com clareza às nossas mentes. No batismo do Filho, o pai fala, ouvindo-se do céu a Sua voz, e o Espírito Santo desce na forma de pomba, Mt 3.16, 17. Na grande comissão Jesus menciona as três pessoas: “batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, Mt 28.19. Também são mencionadas juntamente em 1 Co 12. 4-6; 2 Co 13.13; e 1 Pe 1.2. A única passagem que fala de tri-unidade é 1.Jo 5.7, mas sua genuinidade é duvidosa, razão pela qual foi eliminada das mais recentes edições críticas do Novo Testamento.




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Fonte: Extraído da “Teologia Sistemática” do autor, publicada no Brasil pela Editora Cultura Cristã. A TS de Berkhof está entre as melhores existentes.